PUBLICAÇÃO

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Me preparei para fazer a maior cobertura da Bienal, 2018 é uma data importante, faz 10 anos que vou e cubro a Bienal do Livro de São Paulo. Tudo acertado dinheiro para as viagens, seria dois fins de semana, havia conversas com duas editoras para um patrocínio na Revista, me autorizaram a levar um cinegrafista, o equipamento havia mudado com a entrada de diversos microfones, o que me possibilitaria entrevistar pessoas no meio do público, mas.....

Deste o início da Revista, que busco fazer um trabalho para um Brasil melhor, acredito na cultura como um fator de transformação das pessoas. Quando o Rio era uma cidade onde se podia andar à noite, eu ia fazer cobertura de diversos saraus, hoje com a violência ficou mais complicado, e com a crise, de 2014 até hoje, muitos saraus pararam. Então a grande festa da cultura são as Bienais do Livro, por isso superei traumas, e fui no ano passado, pela primeira vez na Bienal do livro do Rio.

Em 2011 eu tentei ir a Bienal do Rio, mas fui barrado na porta, pois não tinha feito inscrição antecipada, coisa que não precisava fazer em São Paulo, a carteira da FENAJ, que valia minha entrada como jornalista em qualquer lugar, o credenciamento da Bienal, só faltou me mandar enviar naquele lugar, pois para eles de nada valia.  E mesmo tendo o registro de jornalista na carteira de trabalho comigo, para eles nada permitiria minha entrada para trabalhar. Hoje a situação do sindicato está complicada, o do Rio fechado por péssima administração, e a carteira da FENAJ, tão cobiçada no passado, hoje de nada serve.

Em 2017 com tanto sarau fechando resolvi deixar o orgulho de lado e ir a Bienal do Rio, fiz a inscrição antes, porém não permitiram que eu levasse um cinegrafista, e me senti descriminado por trabalhar na internet, mas isso eu já superei há muito tempo. No primeiro dia de cobertura, houve uma palestra do Deltan Dallagnol, junto com o Gabeira, e ali eu tomei uma decisão, que foi ter consequências agora.....

Resolvi entrar para a política, deixar de reclamar, para fazer, mudar o Brasil não só pela cultura, mas pondo um fim na cultura da corrupção. Não seria mais a pedra, e sim a vidraça. Entrei em um partido que precisada de homologação, o PHD (Partido Humanista Democrático), só que com tanto escândalo político faltou 20.000 apoiamentos, e sem a homologação, eu para concorrer teria que ir para um partido já registrado. Comecei a conversar com uma amiga, de São Paulo, que também ia se candidatar pela primeira vez, e ela me convidou para entrar no partido dela o PRTB. Liguei para o responsável pelo partido no Rio, e marcamos uma conversa mais longa na outra semana, só que eu não fui. O PHD me procurou e falou que tinha acertado uma espécie de coligação com o PODEMOS, e que eu deveria ir juntos com os outros membros do PHD para o PODEMOS. Se eu quero ética na política tinha de me portar como tal. Eu fui na reunião marcada, e participei de toda a negociação, o PHD tinha seis pessoas que queriam se candidatar, o PODEMOS ia absorver todas, mas duas um Estadual, e um Federal receberiam uma atenção especial e apareceriam mais. O PHD definiu, eu, e o Queiroz, para ter a atenção especial, e nós fomos a luta.....Só que depois de um tempo, a relação PODEMOS PHD esfriou........

Primeira semana da Bienal do Livro, dias 3, 4, e 5 de agosto, fui dia 3 não levei o cinegrafista, pois voltava no mesmo dia, porque dia 4 acontecia a convenção no Rio do PODEMOS. Na convenção fui informado que o TRE havia rejeitado o meu comprovante de escolaridade, como estou sem o comprovante, minha ex jogou fora, e sem a carteira de habilitação, que também serve como prova de que se sabe ler e escrever. Eu tinha enviado o registro de jornalista que só quem tem o diploma faz, e depois que se liberou da entrega do diploma, tem de enviar três matérias, e aguardar resposta do Ministério do Trabalho. Mas ou eu conseguia a prova que estudei, até quarta, ou ficaria de fora por falta de documentação. O Queiroz assinou a ficha para ser enviada ao TRE, e dali fomos ao meu colégio, onde cursei o ensino médio, pois apesar de ser sábado, a secretaria funcionava, já a faculdade só na segunda, e o que eu precisava não era o diploma, mas uma prova que sabia ler e escrever.

No Colégio fui muito bem atendido, e na segunda paguei a taxa, e na terça enviei ao partido. Na quarta a tarde o Queiroz me liga e diz que um amigo lhe enviou a ata da convenção, e que nós dois ficamos de fora. Pedi que ele me enviasse uma cópia, e vi que tanto ele, quanto eu, e nenhuma outra pessoa que veio do PHD, estava na lista. Mas a lista deixava três vagas de Federal, e cinco de Estadual em aberto, então fui lutar por duas destas vagas.

Deixei de ir a São Paulo para tentar mudar o Brasil pela via política, para pôr um fim na corrupção. Avisei o PODEMOS na quinta sobre o acordo firmado estive lá no sábado, e na segunda, o prazo do dia 15 de agosto passou, e até o momento nenhuma resposta. Mais detalhes sobre este fato, vai estar em uma análise sobre o desenrolar da campanha de 2018.

Eu não seria um político profissional, ficaria até aprovar leis, onde a corrupção fosse extirpada da política brasileira, e cortar os privilégios, não tinha sonhos de no fim do mandato continuar. Se o quadro não mudar em 2022 estarei de volta à disputa, apesar de tudo, ainda quero mudar o Brasil, e deixar para os filhos, e netos um País melhor.

Na Bienal do Livro de São Paulo no dia 3 eu gravei 4 vídeos, mas só vou apresentar 3, sendo que dois por causa de um fio de microfone, estarem chiando não publiquei de imediato, tive ideia de gravar de novo, mas como não voltei, vai assim mesmo, um ficou perfeito e o quarto foi uma palestra sobre como andar na moda com roupas feitas com material reciclável, que por não ter pego nenhum dado, da empresa e do palestrante, eu voltaria lembram? E deste jeito eu não vou poder publicar. Peço um milhão de desculpas as editoras por não ter voltado, outro milhão de desculpas ao público por não ter feito uma cobertura diferente da Bienal, e com o perdão de todos na próxima, principalmente se na do Rio eu puder levar um cinegrafista, faremos muito mais.

Morais Moreira e Zé Paulo, show e bate papo

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo no primeiro dia uma surpresa um pocket show, e um bate papo com Morais Moreira, e seu irmão Zé Paulo. Os dois lançando um livro, e o Morais também um DVD.

Marcos Martinz

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, entrevista com Marcos Martinez. Marcos desponta hoje como um novo talento e foi a Bienal para lançar seu primeiro livro, "Até que a morte nos ampare" e é um autor que se vale da performance para se aproximar do público. Mais sobre o Marcos em: https://www.facebook.com/AtorMarcosMa...

A fantástica fábrica de sonhos

25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo vistamos A Fantástica fábrica de sonhos, uma grande ideia que interage livro e publico. Guiado pelo Gustavo podemos acompanhar cada fase da criação de um livro que leva as pessoas a viajarem pelas paginas de uma história.

Carlos Senna Jr

MTB 32447/RJ

carlossennajrjornalista@gmail.com

02/10/2018 12:42

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